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“Passei a caminhar 45 minutos todos os dias”



Hélio Costa, jornalista e político brasileiro, sempre esteve atento a seus exames e consultas de rotina. Sua alimentação nunca foi desregrada ou incompleta. O cigarro não faz parte de sua vida. Somente um aspecto de sua saúde não era ideal: Hélio sempre se dedicou muito à sua carreira profissional, o que causava extremo cansaço físico e mental, além de estresse. Confira o depoimento dele e fique atento à importância de uma rotina de trabalho saudável:

No início deste ano, com 72 anos completos, eu sofri um infarto. Foi algo que me surpreendeu bastante, pois sempre realizei check-ups anuais acompanhados de visitas ao clínico geral três vezes ao ano. Minha alimentação sempre foi simples: sem gorduras, rica em fibras e proteínas. Não fumo e sempre tive uma excelente saúde e muita disposição física. Em minha opinião, as principais causas do meu infarto foram: o excesso de atividades que me cansavam fisicamente e mentalmente, além do estresse.

No dia anterior ao meu infarto, à noite, eu senti um pequeno mal-estar com desconforto, sem nenhuma dor intensa. Quando enfartei eu senti uma leve câimbra no braço direito. Após algum tempo, fui ao hospital em Belo Horizonte, onde o médico de plantão imediatamente mediu minha pressão, medicou-me para controle e, em seguida fui para o CTI. Lá, foi detectada a obstrução da circulação sanguínea no coração e indicada a colocação do stent.

O infarto fez com que eu mudasse em alguns aspectos: antes dele, eu fazia pequenas caminhadas na esteira e musculação duas vezes na semana. Após o infarto, passei a caminhar 45 minutos todos os dias, na esteira ou mesmo nas ruas. Além disso, aumentei a frequência da musculação: agora, faço os exercícios três vezes por semana.

Eu considero da mais alta importância a mudança de hábitos, pois foi capaz de aumentar minha capacidade respiratória e melhorou meu estado e minha disposição física geral. Olhando para o que aconteceu comigo, eu mudaria certos pontos em minha vida antes do infarto: diminuiria minha carga de trabalho, assim como minhas responsabilidades; dedicaria (como faço hoje) mais tempo à minha mulher e meus filhos; e, finalmente, faria exercícios diariamente.

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