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Infarto: a experiência de Adib Jatene



O cardiologista conta como foi o dia em que acordou com dores no peito e percebeu que estava com o mesmo problema já vivido por milhares de seus pacientes

“Já sabia que precisava passar por cateterismo e, eventualmente, colocar um stent. Quatro meses atrás, exames de rotina detectaram problemas em uma coronária. E eu vinha adiando, não por desleixo, mas porque tinha compromissos, congresso, conferência. Até que fui surpreendido naquela quarta-feira (23). O dia anterior havia sido normal: atendi em meu consultório no HCor, fui ao Instituto Dante Pazzanese mexer com o ventrículo artificial que estamos desenvolvendo lá, jantei em casa com minha mulher, Aurice. Acordei às 6h30 sentindo uma dor forte no peito, mas achei que era algo muscular. Agi com normalidade. Tomei banho, me sentei à mesa, bebi café com leite, comi pão com manteiga, geleia, queijo… Não comentei nada com Aurice, para ela não ficar assustada. Às 8 horas, chamei o motorista, contratado depois que fiz 80 anos de idade, por insistência dos filhos, que acham necessário eu ter esse tipo de conforto que nunca busquei na vida. Saí de casa (nos Jardins) direto para o HCor. Como a sensação permanece e vai se intensificando, aumentou a suspeita de que poderia ser sério.

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